Pobre é quem tem um estilo de vida ostentoso
Marcadores: Brasil, Empresários, Eventos, Ilhéus, Informação, Internet, Itabuna, Mulher, Negocios, Shopping, Sul da bahia | author: Unknowné preciso aprender a garimpar em tempos de crise.
Marcadores: Alimentação, Bahia, Brasil, Comércio, Dicas, Empresários, Higiene, Investimentos, Jequitibá, Mulher, Reflexão, Shopping, Sul da bahia | author: UnknownVereador é atacado e engolido por planta carnívora no ACRE
Marcadores: Acidentes, Alerta, Alimentação, Bahia, Brasil, Dicas, Empresários, Ilhéus, Interessante, Itabuna, Mulher, Noticias, Politica | author: UnknownAté a planta é carnivora, enquanto você fica ai, comendo alface.
Um vereador foi atacado e engolido por uma planta carnívora, mas conseguiu sobreviver graças ao socorro dos funcionários de sua fazenda no Acre. O vereador teve o braço esquerdo amputado, perdeu alguns dentes e a aliança de casado.
De acordo com um dos moradores da fazenda, que socorreu o chefe, a planta estava com a boca aberta, o vereador se aproximou para observá-la e recebeu o bote. "A danada da planta abocanhou meu patrão, parecia um bicho vivo, eu peguei a foice e cortei toda e ele escapou fedendo", disse o caseiro.
A polícia vai investigar o caso e uma equipe de ambientalistas está analisando se existem outras espécies da mesma planta espalhadas na região.
O vereador não quis conversar com a imprensa, mas a família acredita que, se a planta foi plantada nas terras propositadamente, levanta-se a suspeita de ter sido praticada pela oposição.
Não compre nada na Black Friday, diz especialista
Marcadores: Alerta, Bahia, Brasil, Cena, Corrupção, Crime, Denuncia, Dicas, Empresários, Empresas, Ilhéus, Interessante, Itabuna, Jequitibá, Lojas, Negocios, Noticias, Produtos, Shopping | author: UnknownPara quem acha que vai fazer ótimos negócios aproveitando ofertas da Black Friday, Stephen Hoch, professor de marketing da prestigiada escola de negócios Wharton, da Universidade da Pennsylvania, tem um conselho: não compre nada nessa liquidação.
Hoch produziu uma série de estudos acadêmicos que propõem maneiras de avaliar o valor do tempo para o ser humano. Numa entrevista ao site AllThingsD, ele explicou sua visão da Black Friday. É uma visão que se aplica mais aos Estados Unidos do que ao Brasil. Lá, longas filas se formam em frente às lojas já na tarde de quinta-feira.
Para Hoch, esperar na fila é perda de tempo. E tempo é, realmente, dinheiro. “O fato de que você não está realizando atividade remunerada naquele momento não significa que o tempo não tem valor para você”, disse. Ele também argumenta que a maior parte das ofertas da Black Friday pode ser encontrada também em outras épocas do ano.
Consumidores já denunciaram mais de 400 aumentos de preço antes do Black Friday; veja como se precaver
Em sua avaliação, para a maioria das pessoas, a economia na compra não compensa o tempo perdido. “Só há um dia pior do que a Black Friday para comprar. É o Dia de Ação Graças”, disse ele ao AllThingsD, numa referência às lojas que abrem nesse feriado americano, antecipando a Black Friday em um dia.
Resumindo, para Hoch, cabe a cada um pôr na balança o tempo gasto em busca do preço mais baixo e a economia obtida. O valor que a pessoa atribui a seu próprio tempo vai determinar se a compra vale a pena ou não. A avaliação parece ser mais favorável nas compras feitas no comércio eletrônico, que tendem, é claro, a exigir menos tempo do que aquelas feitas em lojas físicas.
Por que Dilma não anistia a divida do Cacau?
Marcadores: Alerta, Bahia, Brasil, Cena, Denuncia, Dilma, Empresários, Ideias, Ilhéus, Informação, Interessante, Itabuna, Jequitibá, Noticias, Politica, Presidenta, Reflexão | author: UnknownTomara que essa previsão seja furada.
Marcadores: Alerta, Bahia, Comércio, Denuncia, Dicas, Empresários, Empresas, Ilhéus, Itabuna, Jequitibá, Lojas, Negocios, Noticias, Shopping | author: UnknownReflexão do dia
Marcadores: Alerta, Bahia, Brasil, Comércio, Dicas, Empresários, Ideias, Ilhéus, Itabuna, Jequitibá, Mulher, Pensamentos, Politica, Reflexão | author: UnknownReflexão do dia
Marcadores: Alerta, Bahia, Brasil, Cena, Comércio, Dicas, Empresários, Ilhéus, Interessante, Itabuna, Jequitibá, Mulher, Pensamentos, Reflexão | author: UnknownTelexfree: seja o “pato” (ou avestruz) do momento
Marcadores: Alerta, Bahia, Blogs, Crime, Denuncia, Dicas, Empresários, Empresas, Ideias, Ilhéus, Interessante, Itabuna, Jequitibá, Mulher, Noticias, Voip | author: UnknownNa década de 90, uma empresa americana de marketing de rede aportou no Brasil.
Esta empresa era a Amway, que produzia e vendia um enorme portfólio de produtos.
Consistia basicamente em um esquema de vendedores em pirâmide, onde se comprava um pacote básico, e também se ganhava em cima dos vendedores que se ligavam a você.
Muitos amigos entraram nessa, e quando viam, tudo em sua casa era da Amway.
Tudo era caro e aí estava a razão do negócio. Ganhava-se em cima da margem de lucro do produto, que era exorbitante. Para quem estava na base da pirâmide montada, o prejuízo era enorme, sem perceber.
Como não se consegue enganar todo mundo o tempo todo, a pessoa percebia que não tinha sentido pagar R$ 20,00 no detergente Amway, quando o Limpol saía por R$ 1,00.
A Amway praticamente sumiu do mercado, mas sua ideia não. Na verdade a empresa tenta sereestruturar no mercado, e hoje fatura míseros R$ 30 milhões por ano. Menos que uma loja grande de shopping.
Pelo menos a Amway foi apenas um negócio mal sucedido, e não deixou um rastro de fraudes pelo caminho.
Após este período, outros esquemas mirabolantes de ganho sem trabalhar muito apareceram.
Desde uma empresa chamada Zeek Rewards, até o famoso Avestruz Master.
Para quem não se lembra, a Avestruz Master era um negócio onde se investia em avestruzes com ganhos de 10% ao mês, durante o tempo de vida da ave, que teria sua carne vendida para o mercado externo.
Como muita gente começou a investir, a oferta de avestruzes disparou em poucos meses, diminuindo seu preço no mercado. E claro que os que montaram o esquema sabiam disso.
O esquema é o mesmo….SEMPRE….monta-se uma pirâmide, onde as pessoas remuneram de alguma forma a entrada (sob a forma de investimento), e depois remunera-se de maneira desproporcional.
Enquanto durar a entrada de pessoas está ótimo. Mas uma hora isso acaba.
Mas como tudo se renova, inventaram um novo termo pomposo para a pirâmide, chamado “Marketing de Nível”.
Antes de continuar é bom explicar uma das maiores fraudes da história, conhecida como Esquema de Ponzi.
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Charles Ponzi era um imigrante italiano, que em 1920 montou um esquema de remuneração de ativos absurdamente elevado. A pessoa chegava a ganhar 50% em apenas 45 dias. Em poucos meses, milhares de pessoas colocaram seu dinheiro neste esquema, sempre ganhando em cima dos que entravam.
Charles Ponzi chegou a comprar um banco, mas seu esquema foi descoberto em pouco tempo.
Este esquema ficou conhecido como Pirâmide de Ponzi.
Charles Ponzi chegou a ser preso nos EUA, e se mudou para o Rio de Janeiro, onde morreu pobre. Já tinha praticado este golpe anteriormente.
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Voltando ao nosso texto, a diferença básica destas “empresas” de marketing de rede (ou multinível) para uma Pirâmide de Ponzi, é que normalmente um produto é apresentado como carro-chefe do negócio.
A Amway vendia desde produtos de limpeza pessoal até nutricionais.
Daí surge a nova febre do famoso Marketing Multinível.
Uma empresa de ligações em VOIP, chamada Telexfree, aparece prometendo remunerar para que a patuleia apenas anuncie o produto da empresa.
Leia aqui: Telexfree – a maior fraude financeira da história do Brasil.
Os ganhos são para nada, apenas anunciar a Telexfree.
Mas se o negócio de VOIP ainda não pegou de verdade (o faturamento ainda não é uma maravilha), como é que uma pessoa consegue ganhar, conforme prometido pela empresa, US$ 20 por semana, anunciando 7 vezes por semana em redes ou afins?
Além disso, a cada pessoa que você leva para o esquema de divulgação, você é bonificado até se tornar o que eles chamam de “Team Builder”.
Com isso você vai propagandeando menos, e sendo melhor remunerado.
Alguns dizem que estão ganhando milhares de dólares por mês, apenas por terem montado uma equipe.
Mas voltando à pergunta, como se ganha dinheiro se o negócio de VOIP tem sido ruim?
Aí está o pulo do gato.
Para entrar no negócio, você precisa investir. Isto mesmo, você precisa pagar para começar a trabalhar.
E não é pouco.
Para você começar a anunciar, você coloca US$ 299,00 no plano ADCentral ou ainda US$ 1.375,00 no ADCentral Family.
O esquema pode ser percebido na investigação feita pelo site O Segredo do Dinheiro. Lá percebe-se que a metodologia é a mesma das anteriores.
Algum “empreendedor” aparece com uma imagem de bem-sucedido (terno alinhado, barba bem feita, cabelo aprumado e corpo em forma), apesar de ninguém ter notícia de seus empreendimentos antes. Esta figura pode ser facilmente percebida quando se tem como livro de cabeceira o clássico de Dale Carnegie, “Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas). O cidadão da foto é James Merrill, o dono da Telexfree (veja o carrão do cidadão).
Por trás desta aparência, a proposta milenar de ganho fácil, sem sair muito de casa.
No caso da Telexfree, o negócio é mais sutil, já que os ganhos ainda poderão ocorrer quando o esquema naufragar, já que a porta de entrada em dinheiro é mais alta.
Mas assim como os participantes do esquema Ponzi, ou mesmo os investidores de pirâmides semelhantes, alguns estão ganhando dinheiro neste momento. Não faltarão exemplos de pessoas que dizem que já recuperaram o que investiram e alguns poucos que estão ficando milionários.
O esquema se sustenta desta forma.
Mas a raiz do problema é uma só: nenhum produto ou serviço (no caso o VOIP) remunera a ponto de sustentar um esquema desses.
É preciso saber que se desse tanto dinheiro rapidamente o mercado se adaptaria, e milhares de empresas entrariam no negócio. Como dizia Einstein, “o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”.
Como sempre, isto é apenas uma rede de mentiras financeiras, que inevitavelmente acabará em prejuízo para os que entraram por último. Estes investirão dinheiro, e nunca irão recuperar.
E o que fazer se você já pagou a adesão e está no esquema Telexfree?
Neste caso, o melhor a fazer é seguir o conselho de nossa querida Ministra Marta Suplicy: relaxar e gozar. Continue colocando suas propagandas, tirando seu dinheiro ao máximo e não incentive seus amigos a entrarem nesta furada (pois ficarão furiosos com você quando a pirâmide desmoronar).
Aliás, os que estão tentando convencer outros talvez não saibam, mas muitos colegas já estão evitando seus contatos. Além do mico descomunal, a pessoa normalmente perde a noção e se torna um chato de galocha, acreditando realmente que encontraram uma fórmula mágica para enriquecer sem trabalhar.
Ao fim desta rede, resta saber quem será o pato desta história.
Ou será o avestruz master da história?
Carlos Slim: O homem que desbancou Bill Gates
Marcadores: Cena, Empresários, Empresas, Imagens, Interessante, Itabuna, Negocios | author: UnknownCarlos Slim Helú nasceu em 28 de janeiro de 1940 no México em uma família de origem libanesa, é conhecido no país como Midas, devido a sua habilidade em transformar empreendimentos decadentes em companhias saudáveis e lucrativas.
O mexicano chegou ao primeiro lugar na lista da Forbes em 2007, caindo para segundo lugar no ano seguinte e para terceiro em 2009. Em 2010 o dono da America Movil e, no Brasil, da Claro, volta a ocupar a posição de número 1 do ranking, com uma fortuna avaliada em US$ 74 bilhões, desbancando mais uma vez o fundador da Microsoft, Bill Gates e o mega-investidor Warren Buffett.
A fortuna de Slim representa cerca de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do México, comparação que ele repudia, por sinal. Mas 25% desse patrimônio foi destinado a obras beneficentes por meio de suas fundações.
O pai, um comerciante libanês que chegou ao Novo Mundo no início do século 20, em meio à revolução mexicana teve bastante influência no sucesso nos negócios e na vida. Como o pai, Slim é um homem de família, que vive cercado por filhos e genros, na vida e nos negócios.
Como ele, também, é um negociante obstinado, herdeiro de uma tradição libanesa que vem dos fenícios, os primeiros vendedores internacionais do planeta. Diferentemente de outros bilionários recentes, Slim não é um homem moderno no sentido tecnológico ou cosmopolita da palavra. Formou-se na velha economia e seus ídolos empresariais são Warren Buffett – com quem aprendeu a comprar na baixa – e Jean Paul Getty, morto em 1976, colecionador de arte e magnata americano do petróleo.
Os mexicanos costumam dizer que é impossível viver um dia no país sem comprar algum produto ou usar algum dos serviços das empresas do Grupo Carso.
Aos 15 anos, Carlos Slim já tinha 44 ações do Banamex (Banco Nacional de México), mas a história da extraordinária acumulação de Slim começou em 1966, quando ele, com apenas 26 anos, já tinha o equivalente, na época, a US$ 400 mil, obtidos com investimentos na bolsa e suporte do patrimônio familiar.
Nas duas décadas seguintes, seu grupo teve um crescimento gradativo, típico dos padrões mexicanos. Em 1982, tudo mudou. Desafiando o espírito de manada, ele foi às compras em meio a uma das mais severas crises da moderna economia mexicana. Enquanto os investidores estrangeiros e locais tentavam se desfazer de seus ativos a qualquer preço, Slim comprou mineradoras, lojas de varejo, fábricas de cabos e muito mais. Formou, ao longo da crise e de seus efeitos, o maior conglomerado econômico do país – o Grupo Carso – que fatura por ano US$ 8,5 bilhões.
A segunda metamorfose ocorreu em 1990, quando, em companhia da France Telecom, da Southwestern Bell e de outros 35 investidores mexicanos, entrou no leilão das privatizações e arrematou o controle da Telmex, gigante estatal das telecomunicações. Foi assim, pela escada da telefonia, que ele chegou à cobertura do mundo internacional dos negócios. Suas duas companhias telefônicas, a Telmex e a América Móvil, valem, juntas, 16 vezes mais do que o Grupo Carso, que tem quatro décadas de existência. Em 1991, quando seu nome apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes, Slim era conhecido apenas por umas poucas pessoas do mundo empresarial mexicano. Naqueles tempos, dirigia um Thunderbird 1989 e tinha uma fortuna estimada em US$ 2,1 bilhões. Agora, passados 17 anos, ele domina o setor de telecomunicações na América Latina, é um rosto conhecido no mundo inteiro e tornou-se, a contragosto, o homem mais rico do planeta.
As regras de ouro do bilionário
A fórmula de sucesso de Carlos Slim é resumida por ele mesmo em uma lista contendo dez princípios básicos de seu modelo de gestão. A lista foi apresentada pela primeira vez a empresários e sócios na badalada festa de 40 anos do Grupo Inbursa, em dezembro de 2005. Slim diz que sua filosofia empresarial é, em grande parte, fruto da influência de seu pai. O princípio número 10, porém, reflete, segundo ele, sua experiência corporativa: “O empresário é um criador de riqueza, que a administra temporariamente”.
1- Prefira estruturas simples, organizações com níveis hierárquicos mínimos, flexibilidade e rapidez na tomada de decisões. As vantagens da pequena empresa é que fazem grandes as maiores empresas.
2- Manter a austeridade em tempos de vacas gordas fortalece, capitaliza e acelera o desenvolvimento da empresa. Desse modo, evitam-se ajustes drásticos nas épocas de crise.
3- Permaneça sempre ativo na modernização, simplificação e melhoria incansável dos processos produtivos. Procure aumentar a produtividade e a competitividade, reduzir os gastos e os custos, guiando-se pelas mais altas referências mundiais.
4- A empresa nunca deve limitar-se aos parâmetros do proprietário ou do administrador. Sentimo-nos grandes em nossos curraizinhos.
5- Não há objetivo que não possamos alcançar trabalhando unidos, com clareza de objetivos e conhecendo as ferramentas disponíveis.
6- O dinheiro que sai da empresa evapora. Por isso, reinvestimos os ganhos.
7- A criatividade é aplicável não só aos negócios, mas também à solução de muitos dos problemas de nossos países.
8- O otimismo firme e paciente sempre rende frutos.
9- Todos os tempos são bons para os que sabem trabalhar e têm como fazê-lo.
10- Nossa premissa é que daqui nada se leva. O empresário é um criador de riqueza, que a administra temporariamente.
Sabe a diferença entre o impresso e a internet?
Marcadores: Bahia, Empresários, Interessante, Internet, Itabuna | author: UnknownPanfleto publicado pelo site www.loja.cc
Ser rico é possível
Marcadores: Bahia, Empresários, Informação, Itabuna, Livro, Lojas, Negocios | author: Unknown
Como você se relaciona com suas finanças? Para alguns, dinheiro foi feito para gastar, outros têm a visão da poupança e investimento. Há quem planeje e registre cada gasto, mas também não faltam os que a cada mês são surpreendidos por ter gasto mais do que ganhou, e ficou sem recursos antes da data do próximo pagamento.
O livro “Ser Rico é Possível” já inicia questionando o conceito comum de “riqueza”, afirmando – e demonstrando – que ser rico não é sinônimo de ter altas receitas, nem necessariamente de dispor de abundantes bens materiais.
O conceito de riqueza apresentado é baseado no patrimônio líquido, ou seja, excluindo as dívidas e financiamentos – e, para muitos fins, excluindo também os bens utilitários (como a residência, a casa de veraneio e o carro usado pela família) que em situações normais não estão imediatamente disponíveis para gerar receita ou rendas de investimentos.
Trata-se de um conceito bastante adequado para conduzir à ideia de independência econômica desenvolvida no livro, que é a disponibilidade de meios para se sustentar e prosperar, por um prazo, mesmo se for negada a possibilidade de continuar trabalhando e mantendo sua fonte usual de receita – em um enfoque diferente daquele que eu mesmo emprego ao sugerir que todos considerem criar seu Fundo de Reserva pessoal, por exemplo.
O capítulo 2 traz um interessante teste para verificação de seu perfil, e apresenta o “tripé da riqueza”, cujos 3 fatores essenciais são aquisição, uso e administração das finanças. Os 4 capítulos a seguir trazem, com uma boa dose de bom senso e também de fundamentação acadêmica, detalhes sobre atitudes relacionadas à atividade profissional como fonte de aquisição, sobre o uso construtivo e a boa administração dos recursos.
O capítulo 6 fala sobre a “pirâmide da riqueza”, tratando sobre as opções à disposição de quem quer seguir este caminho, o prazo (geralmente longo) para que produzam o fruto desejado, e a questão do risco, que o autor sintetiza numa questão crucial: é melhor comer bem ou dormir bem?
A partir daí vem uma série de assuntos menores (mas não menos importantes), abordados em capítulos separados, dos quais destaco especialmente o primeiro: empreender não é para todos – como descobrem as pessoas que resolvem investir as economias na abertura de um negócio próprio e depois passam a fazer parte dos 7 a cada 10 empreendimentos que logo fecham as portas. A perspectiva de maior rentabilidade e flexibilidade precisa ser comparada com a da liquidez e a do risco…
Os outros temas tratados em capítulos próprios são:
- como melhor ajudar os filhos
- aposentadoria
- diferenças típicas do enfoque feminino
- empresas familiares
Ao final o autor reafirma o título do seu livro: ser rico é possível! E concordo com ele, inclusive quanto à ênfase na questão da atitude e dos conceitos fundamentais – afinal, o primeiro passo é um grande desafio inclusive quanto à motivação: conseguir gastar consistentemente menos do que se ganha e reservar o saldo para a poupança.
O livro do argentino Marcelo Elbaum foi publicado no Brasil pela editora Academia de Inteligência e tem 172 páginas.
